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Uma Lara suja, ferida e magoada, é precisamente esta imagem que fica na mente de quem viu os vídeos da E3 e imagens do novo Tomb Raider.

Lara parece que vai passar pelos obstáculos mais difíceis da série quer a nível físico como emocional, levando a heroína ao ponto de por vezes chorar. Isto levou alguns a classificar o jogo de "Torture Porn", termo ou género que é empregue em filmes com conteúdos de cariz muito violento ou sexual como SAW, Hostel II e Martyrs.

A Crystal Dynamics já veio a público em defesa do seu videojogo afirmando que a nova aventura que Lara irá viver não está feita apenas por pura diversão, mas serve também o propósito principal da história, que é nada mais do que criar uma personagem forte é destemida que posteriormente a personagem irá exibir nas suas próximas aventuras.

O estúdio afirmou que muitos dos que classificaram o jogo como "Torture Porn" viram apenas os seis minutos de uma demo que na realidade dura 15 minutos, e que mostra a Lara em situações em que se encontra num estado de nervosismo contínuo.

Karl Stewart, director da marca, contou ao VG247 que, "Viram muitas coisas que foram condensadas todas juntas e que não é necessariamente a visão que temos para o nosso jogo."

"Queremos torná-la real. Mudámos a nossa classificação de 13 para 18 anos porque acreditamos que não podemos contar a história da sobrevivência numa ilha de uma rapariga jovem numa classificação para adolescentes. Quer dizer tudo teria que ser suave e fofinho. Mas também não queremos que o jogo seja um festival sangrento tipo gore."

Sobre a dimensão do novo mundo pelo qual a nossa aventureira se move, Stewart referiu mais uma vez que, "Não se trata de um jogo com um mundo aberto. Para contares este tipo de história envolvente e dinâmica, tens que estabelecer formas de manter o jogador interessado. O que aprendemos com os outros jogos Tomb Raider é que se o mantiveres muito linear as pessoas vão ficar tipo, 'Bem vocês estão-me a guiar de uma ponta à outra."

Fonte: Eurogamer

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