sexta-feira, 9 de março de 2012

Seguindo os passos de Lara

Mary Goodden
Mary Goodden, uma escritora convidada no blog da Stella. Ela escreve no seu blog pessoal Well-rendered, um blog que critica os mais variados jogos. Mary visitou uma das aventuras antigas de Lara Croft e regressou com fotografias e histórias para partilhar.

Abaixo segue-se o seu artigo:
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Alguém se -recorda de 1999? Do tipo: "Vou festejar que nem..."?
Bem eu recordo-me. E para mim, festejar em 1999 consistia em fechar as cortinas, ligar a Playstation, preparar uma taça de cereais Cheerios e correr com Werner VonCory pelo Egipto para prevenir o Apocalipse. Se estás a ler isto, há uma grande chance de que tenhas feito o mesmo.

Onze anos mais tarde da saida de Tomb Raider: The Last Revelation, decidi visitar o Egipto pela primeira vez. Fui influenciada pelo jogo na escolha do meu destino? Na verdade não. Os monumentos egípcios não têm que ser visto através de um prima cultural de modo a enforcar a sua grandiosidade. Apenas mostra o impatco The Last Revelation na minha viagem, pois não podia evitar lembrar o nome de Lara Croft enquanto vagueava pelas ruínas do Templo de Karnak.

Níveis em jogos são locais assombrados, e são capazes de te apegar mais ao contrário de filmes, pois os cenários são apenas uma essência da acção. Nos jogos, os ambientes são a acção. Isto é essencialmente verdade nos jogos Tomb Raider porque não só Lara está sozinha, mas as suas interacções físicas não são correspondidas em mais nenhum jogo.

Consequentemente, apesar da admiração, tenho a certeza que todos os turistas/exploradores/arqueólogos tenham sentido ao verem os monumentos pela primeira vez, também senti uma apreciação silenciosa para com os designer dos níveis que, sem dúvida, caminhavam neste mesmo sítio com o bloco de notas e câmara, pensado " E se...?"

Templo de Karnak

Claro que os ambientes no jogo são diferentes do que os monumentos reais. Isso é evidente. Entre outras coisas, o jogo tem falta de turistas, passeios e lojas de lembranças. Mas os jogadores não querem um jogo que imite a realidade. Jogamos vídeo jogos de modo a nos tornarmos outra pessoa e emergir num novo mundo. Se quisermos interagir com um mundo tal como o nosso, podemos apenas sair de casa.


Tomb Raider: The Last Revelation dá aos jogadores (em conjunto com uma das melhores experiências dos jogos dos anos 90) uma interpretação vasta e única de um país, a sua paisagem e mitologia. É uma experiência que nenhum livro ou filme poderia reproduzir, e merece a nossa atenção. Outra vez.

***

Inicialmente, este artigo iria ser leve em termos de imagens e mais focado em análises. Mas quando eu descobri que não haviam comparações directas entre o ambiente em Tomb Raider e o local de inspiração, seria interessante ter screenshots dos jogos ao lado de imagens do que teriam inspirado esse mesmo local.

antes de começar, peço desculpa desde já por alguma falta de informação. Eu não consegui ir a Cambodia ou visitar Alexandria. Se alguém quiser encher estas falhas, seria optimo.

Tentei colocar os screenshots na mesma ordem que aparecem no jogo, mas devido ao retorno aos níveis, poderás ter visto estes ambientes numa ordem diferente.
Enfim, sem mais demoras, aqui está o diário de viagem egípcio, estilo Tomb Raider...


Mais brevemte breve!
Este texto foi traduzido do blog da Stella Lune, escrito originalmente por Mary Goodden
Poderás ver o artigo completo em inglês aqui

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